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Brasil Caminhos não trilhados
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Brasil Caminhos não trilhados
Faustino Vicente *
Quando, pela primeira vez, o cavaleiro não conseguiu alcançar o trem em velocidade, o mundo dava o tiro de partida para uma corrida...sem linha de chegada. A sucessão de descobertas científicas e de invenções tecnológicas provocaram significativas transformações econômicas, políticas, sociais e culturais, nos quatro cantos do planeta.
As incessantes mudanças nos levam a crer que "a beleza de ser um eterno aprendiz" deixou de ser apenas um belíssimo verso poético, para se transformar numa desafiadora exigência, que pode nos conduzir à uma carreira bem sucedida,prazerosa e duradoura.
Mais difícil do que chegar ao topo do Monte Everest (8.848 metros) é permanecer lá...por algum tempo. Como todo ser vivo tem tendência a criar hábitos, "uma disposição adquirida, pela repetição,para conservar ou reproduzir,com facilidade crescente,atividades exercidas anteriormente" é cautelar estarmos atentos para não nos acomodarmos e, consequentemente, nos tornarmos descartáveis profissionalmente.
Para que possamos crescer, no mundo empresarial, é de fundamental importância que nos conscientizemos que as competências ecléticas encontram-se na arte de se comunicar, lidar e motivar pessoas, na prática da liderança compartilhada e no "cirúrgico" foco em resultados.
Embora tenhamos consciência da importância em promovermos mudanças em nossas atitudes, nem sempre as conseguimos, pois parece que o universo conspira contra nossa vontade. Apesar da obediência as leis em vigor, do cumprimento das normas de procedimentos nas empresas e do respeito às convenções sociais temos que inovar, pois o mundo é dos curiosos.
Como agente motivador para nos aventurarmos por caminhos não trilhados, destacamos o pensamento do célebre filósofo e psicólogo estadunidense, William James (1842-1910); "95% de nossa atividade é puramente automática e habitual". Ah! O sucesso e a felicidade encontram-se na caminhada, não na chegada. * Faustino Vicente - Advogado, Professor e Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos - e-mail: faustino.vicente@uol.com.br - Jundiaí (Terra da Uva) - São Paulo - Brasil
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a motivação P, M e G – recuperando o astral em momentos difíceis
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a motivação P, M e G – recuperando o astral em momentos difíceis
Economias, empresas e carreiras sempre estarão sujeitas a altos e baixos, surpresas agradáveis e desastres, sucessos e fracassos.
E quanto maior o baque ou a incerteza , maior a necessidade de se recorrer a emoções positivas para dar conta do recado.
Falo da motivação – a ferramenta emocional mais importante para garantir o sucesso das empresas e carreiras. Como mantê-la nos piores momentos, e assim evitar ser derrubado pelos golpes?
Longe de mim criar uma fórmula – as emoções humanas são muito complexas para tal. A intenção é compartilhar um conceito que criei e que vêm ajudando pessoas e empresas a atuar construtivamente.
Imagine três tamanhos para a motivação: o P, o M e o G. Isso mesmo, pequeno, médio e grande.
A motivação pequena se origina nos pequenos prazeres: uma conversa no cafezinho, um elogio, uma tarefa encerrada.
Metas, promoções e projetos geram motivações médias. Eles até podem parecer suficientemente grandes antes de acontecerem, mas tendem a perder o peso emocional quando atingidas.
A grande motivação está atrelada ao sonho de vida e às contribuições que podemos dar ao planeta.
Quando os fatores externos são desfavoráveis, a motivação de tamanho médio é a mais abalada: é mais difícil atingir objetivos pessoais e profissionais e muitos deles precisam ser repensados. Além do mais, ampliam-se as possibilidades de golpes duros como demissões e perdas financeiras.
Infelizmente, quando é difícil atingir a motivação média, as pessoas tendem a se esquecer da pequena e do grande. Justamente quando ela se torna mais importante.
Minha atuação nas empresas leva ao seguinte:
Investir na motivação P - dedicar mais atenção às pequenas alegrias do dia a dia que continuam acontecendo, como o sorriso dos filhos e à busca de novos prazeres, como a leitura de um bom livro .
Tenho observado que quando uma empresa está com problemas, líderes e equipes abandonam a motivação P. Por exemplo, deixam de fazer elogios, de bater papo no cafezinho, de considerar idéias. Cuidado! Além da perda das próprias idéias, as pessoas perdem componentes de um alimento motivacional fundamental neste momento.
Reforçar a motivação G - mesmo quem tiver que adiar seu sonho, não deve abandoná-lo. Este é a situação na qual a crise pode se tornar oportunidade e as dificuldades se transformam em atalhos
Meu trabalho, portanto tem sido não só reconstruir visões, mas adapta-las ao momento e fortalece-las .
É também o momento para que se pense construtivamente nos problemas que o planeta enfrenta e nas soluções a serem encontradas. Assim, é hora de alinhar a missão da empresa com a sustentabilidade .
Diminuir o apego à motivação M - é possível que as coisas não estejam mesmo tão bem em determinadas épocas da vida. Hora de rediscutir projetos e negociar metas. Sem drama.
O passo seguinte é o planos de ações que cada empresa, equipe e pessoa deve realizar para administrar os três tamanhos da motivação. Dessa vez, sob medida.
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OZANAM E O EMPREENDEDORISMO SOCIAL
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OZANAM E O EMPREENDEDORISMO SOCIAL
Faustino Vicente *
As constantes transformações, provocadas pelas revolucionárias inovações tecnológicas e pelas intrigantes descobertas científicas, no século passado, tornou a longevidade das empresas um desafio diuturno no mundo dos negócios.
Somente organizações com visão,missão,valores,políticas,normas de procedimentos e ações estratégicas habilmente planejadas reúnem condições para atingir marcas históricas, pois "quando achamos que sabemos todas as respostas vem o mundo e muda todas as perguntas." A sistematização dos procedimentos da SSVP - Sociedade São Vicente de Paulo - permitiu que, de Paris para o mundo, ela se transformasse numa das fontes de "polinização" da caridade - uma das virtudes teologais.
A SSVP, fundada em 1833, pelo Beato Antônio Frederico Ozanam (1813-1853), tornou a sua existência - 176 anos - uma referência internacional, no mundo do Terceiro Setor. A operacionalização das reuniões semanais, realizadas pelas Conferências Vicentinas - celula mater da SSVP -, permite que confrades e as consócias participem de uma instituição orgânica, não mecânica,que faz da Fé (Hebreus 11, 1) a sua estrela guia.
O acolhimento dos assistidos segue a metodologia de análise e solução de problemas (MASP) que nada mais é do que uma técnica aplicada, hoje, pelas empresas competitivas.
O jovem Ozanam construiu, com conduta ética,capacitação técnica e competência eclética, uma entidade que pode servir de modelo para organizações de todos os portes e segmentos,pois é capaz de fazer da promoção humana, a iniciativa mais nobre de inclusão social.
Como um autêntico profeta do empreendedorismo social, ele viveu dois séculos à frente de seu tempo, pois além dos princípios cristãos de evangelização e santificação legou, ao movimento vicentino, valores como a cidadania, a inovação e a responsabilidade social, ações reverenciados, hoje, pelas classes empresariais e políticas do mundo todo,como fundamentos estratégicos da sustentabilidade econômico-social.
* Faustino Vicente - Advogado, Professor e Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos - e-mail: faustino.vicente@uol.com.br - tel.(011) 4586.7426 - Jundiaí (Terra da Uva) São Paulo - Brasil
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A BÍBLIA E O CLIMA ORGANIZACIONAL
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Faustino Vicente Solicitados, numa de nossas palestras, a sugerir a leitura de um livro especial na abordagem de conceitos e práticas sobre clima organizacional, indicamos a Bíblia - o que causou uma certa estranheza - pela equivocada percepção da abrangência, e da profundidade, desse best-seller cristão - um legitimo manual de qualidade da vida.
Visão, missão, valores, princípios, normas de procedimento e metas, elementos que ganharam status organizacional no século XX, constam nas Escrituras de forma explícita. Uma das primeiras referências encontra-se na construção da Arca de Noé. A ordem de serviço veio com todas as especificações técnicas: "Faze uma arca de tábuas de cipreste; nela farás compartimentos e a calafetarás com betume por dentro e por fora.
Deste modo a farás: de trezentos côvados será o comprimento; de cinqüenta, largura; e a altura, de trinta. Farás ao seu redor uma abertura de um côvado de altura; a porta da arca colocarás lateralmente; farás pavimentos na arca:um em baixo, um segundo e um terceiro" (Gênesis 6: 14 a 16). Hoje, produtos e serviços são desenvolvidos obedecendo normas técnicas internacionais, cujos certificados são verdadeiros passaportes para a inserção das empresas nos negócios globalizados.
Entre as habilidades gerenciais de Noé destaca-se a sua capacidade de planejamento organizacional, disciplina tática no cumprimento do cronograma, "ouvido de mercador" frente as provocações dos incrédulos de plantão e a aguçada percepção no aproveitamento das características individuais de cada um de seus colaboradores.
Formou uma equipe, motivou-a, alocou recursos,estabeleceu processos operacionais, distribuiu tarefas, informou o prazo e gerenciou o andamento do projeto. Noé não foi apóstolo da burocracia. Outro personagem histórico da Bíblia é José do Egito - administrador admirável, (Gênesis 41: 37 a 45)que pode ser comparado com o CEO (Chief Executive Officer) Presidente Executivo, de hoje. Notabilizou-se, principalmente, pela administração do país nos períodos "das sete vacas gordas e das sete vacas magras" - interpretados como anos de fartura e de escassez.
Em termos de relacionamento inter-pessoal, a vida de José é uma das mais comoventes e atraentes da história. As vagarosas e silenciosas passadas de Moisés pelo deserto o colocaram na galeria dos protagonistas que agregam valores à gestão de recursos humanos. Dentre os seus desafios destaca-se a complexidade no atendimento das necessidades dos milhares de judeus que liderava à caminho da Terra Prometida.
A solução do problema partiu de seu sogro, Jetro, quando lhe disse: "E tu, dentre todo povo, procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que aborreçam a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem,maiorais de cinqüenta e maiorais de dez; para que julguem este povo em todo tempo, e seja que todo negócio pequeno eles o julguem: assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo" (Êxodo, 18: 13 a 26). Nascia, assim, uma metodologia de descentralização do poder - o "calcanhar-de-aquiles" das atividades humanas.
Reagimos como democratas, mas agimos como autocratas. Esta é a mais devastadora das causas de desmotivação de funcionários e do desaparecimento prematuro de promissoras lideranças. O clima organizacional das empresas depende, essencialmente, de uma política de recursos humanos que consolide a seguinte prática: dar oportunidades (iguais) para que os funcionários possam revelar e/ou desenvolver o seu potencial.
Questionar as idéias, não as pessoas é a mais eficaz das estratégias para manter a indispensável "oxigenação" do processo gerencial. Entendemos que, se lêssemos, refletíssemos e vivenciássemos, com maior freqüência, os ensinamentos contidos na Bíblia seríamos muito mais felizes e, de quebra, muito mais prósperos. É crer para ver. Faustino Vicente - Advogado, Professor, Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos - e-mail: faustino.vicente@uol.com.br - tel.(11) 4586.7426 - Jundiaí (Terra da Uva) - São Paulo - Brasil
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NATUREZA NÃO RECLAMA, VINGA-SE
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NATUREZA NÃO RECLAMA, VINGA-SE
Faustino Vicente *
Tsunami, aquecimento global, terremoto, poluição, furacão, degelo das calotas polares , desertificação e outros fenômenos da natureza ganh...
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ESSES SEUS CABELOS BRANCOS
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ESSES SEUS CABELOS BRANCOS
Faustino Vicente *
Uma pesquisa realizada pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - revelou, que o contingente de pessoas com mais de sessent...
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Brasil PRÓSPERO 2010
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O ano de 2009 poderá ficar marcado de maneira indelével, em termos de gestão de resultados, pois caberá a ele o desafio de enfrentar, e nocautear, as maiores adversidades da atualidade: a queda do PIB mundial, a recessão e, Deus nos livre! a depressão econômica
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